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O Golpe do Falso Advogado: Como se proteger!

O golpe do falso advogado tem crescido nos últimos anos. Saiba como combatê-lo, entendê-lo e como se proteger para blindar seus clientes.

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Matheus Lopes
6 min de leitura
O Golpe do Falso Advogado: Como se proteger!

O Golpe do Falso Advogado


Em uma era em que as relações jurídicas se confundem com mundos digitalizados e redes sociais, uma nova espécie de crime tem corroído um dos pilares mais sensíveis da advocacia: a confiança entre cliente e advogado. O chamado golpe do falso advogado deixou de ser uma anomalia para se transformar em uma prática criminosa frequente, sofisticada e capaz de gerar prejuízos financeiros e danos psicológicos — tanto para clientes vulneráveis quanto para advogados prejudicados pela associação indevida ao crime.

O que é e como o golpe opera?


O golpe do falso advogado é uma modalidade de estelionato em que criminosos se passam por advogados, assessores jurídicos ou integrantes de escritórios para induzir clientes de verdade ao erro. Utilizando informações que muitas vezes são públicas — como nome, número de processo, número de registro na OAB e até fotografia do profissional — os golpistas entram em contato com a vítima por meio de aplicativos de mensagem, telefone ou redes sociais e constroem um cenário convincente de suposta liberação de valores judiciais, honorários ou custas processuais.

O golpe funciona, em regra, com uma sequência cuidadosamente planejada de engenharia social:

  1. Os criminosos coletam dados verdadeiros de processos judiciais públicos ou extraídos indevidamente.

  2. Entram em contato com a vítima — geralmente partes de ações trabalhistas, previdenciárias ou de indenização — usando linguagem técnica e documentos aparentemente oficiais.

  3. Alegam que há valores a receber e que é necessário pagar antecipadamente taxas, emolumentos ou honorários via PIX para liberar o suposto crédito.

  4. Após o pagamento, os golpistas desaparecem, deixando a vítima sem suporte e, muitas vezes, em prejuízo financeiro.

Em versões mais perigosas da fraude, os golpistas podem solicitar fotos de documentos, selfies ou até vídeos de confirmação de identidade — uma prática que nunca é exigida por advogados verdadeiros para liberação de valores judiciais.


Por que isso é tão eficiente e tão perigoso?


O uso de informações verídicas dos autos judiciais confere ao golpe um verniz de legitimidade que é difícil de combater apenas com ceticismo. Clientes que aguardam resultados de processos há meses ou anos estão predispostos a acreditar em uma solução rápida. A promessa de “valores disponíveis para saque” ou a ameaça de perda imediata de um benefício cria um senso de urgência que induz à ação impulsiva.

Além disso, a falta de uma cultura de segurança digital robusta e a facilidade com que números de telefone e identidades podem ser falsificados tornam essa modalidade particularmente enganosa. A comunicação por aplicativos de mensagens, sem protocolos verificáveis, agrava ainda mais a dificuldade de distinguir contatos legítimos de fraudes.


Como se proteger ( clientes e advogados )


A prevenção é tão jurídica quanto pragmática: informar é proteger. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em suas seccionais e no nível nacional, tem intensificado campanhas de conscientização e ferramentas de verificação — como a plataforma ConfirmADV, que permite checar a identidade de advogados de forma segura.

Para clientes, recomendações fundamentais incluem:

  • Nunca realizar pagamentos antecipados via PIX ou transferência sem confirmação direta com seu advogado por canais oficiais previamente conhecidos.

  • Desconfiar de mensagens urgentes que contenham linguagem técnica e pressões para agir “agora”.

  • Verificar a identidade do advogado por meio de consultas aos portais oficiais da OAB ou plataformas de verificação.

  • Evitar fornecer dados bancários, fotos de documentos ou vídeos sem absoluta certeza da identidade do interlocutor.

Para advogados, a proteção passa por medidas práticas de comunicação e gestão de risco:

  • - Inserir cláusulas contratuais claras sobre os meios oficiais de contato.

  • - Orientar os clientes de forma preventiva sobre o golpe e reforçar os canais de comunicação institucionais.

  • - Registrar boletins de ocorrência e comunicar a OAB ao menor sinal de tentativa de fraude.

  • - Manter presença digital profissional estruturada e contatos oficiais atualizados, para dificultar a atuação de criminosos.


Quando a tecnologia vira aliada da segurança jurídica


O combate ao golpe do falso advogado não se resolve apenas com educação — ele exige tecnologia e processos organizados de comunicação segura. Em um ambiente em que a confiança é patrimônio profissional, a advocacia moderna deve integrar ferramentas que aumentem a segurança, a rastreabilidade e a eficiência dos seus fluxos de trabalho.

Nesse contexto, soluções como a Lawgie (https://lawgieai.com) deixam de ser luxo para se tornar diferencial competitivo: ao automatizar tarefas repetitivas, organizar comunicações e reduzir o risco de falhas operacionais, ferramentas de produtividade jurídica permitem que escritórios se concentrem no que realmente importa — proteger clientes, antecipar riscos e fortalecer a reputação profissional.

Viver na era digital exige mais do que conhecimento jurídico; ela exige capacidade de navegar com segurança, eficiência e confiança em meio a ruídos, fraudes e promessas enganosas. A advocacia que maximiza sua produtividade com tecnologia como a Lawgie está melhor posicionada para não apenas sobreviver, mas prosperar nesse novo cenário de desafios.

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